Gabriel Felice
Além da implantação do cinturão verde em torno dos mil alqueires de terras que compõem o Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, a Petrobras anunciou ontem, a instalação, no dia 5 de fevereiro, de um medidor de qualidade do ar no local.
O objetivo da medida é acompanhar, regularmente, as mudanças climáticas que ocorrerão na região antes e depois da chegada do Comperj.
De acordo com o prefeito de Itaboraí, Cosme Salles, a medida reforça a preocupação da empresa petrolífera com a questão ambiental. "Muito tem se falado sobre meio ambiente, mas a Petrobras está preocupada em evitar, não só a contaminação do solo, mas também a poluição do ar. Temos que nos preocupar com a qualidade de vida da nossa população", afirma Salles. Em fevereiro, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) finaliza o projeto que vai compor as espécies de plantas a serem utilizadas no plantio do cinturão verde. A Embrapa, em parceria com a Prefeitura e a empresa petrolífera, já estuda a promoção de cursos de capacitação dos empregados que, atualmente, trabalham em fazendas e pequenas propriedades rurais, que estão em negociação com a Petrobras. "Como a Petrobras está comprando as áreas, está preocupada com a colocação profissional dessas pessoas que trabalham há anos nessas propriedades e que, dificilmente, terão uma outra oportunidade. Por isso, estamos pensando em cursos que qualifiquem essas pessoas para que elas tenham uma ocupação nesse momento e, depois, consigam um posicionamento no mercado de trabalho", garante o prefeito de Itaboraí.
Fonte: O Fluminense
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