Roberto do Nascimento
De acordo com o relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgado na Tailândia, em 2007, o Brasil precisa fazer três ações para conter o aquecimento global:
- acabar com os desmatamentos ilegais
- investir em energias limpas como as fontes eólica e solar
- aplicar técnicas para reduzir o desperdício de eletricidade, a chamada eficiência energética.
Destes três pontos, o que está mais à mão do cidadão comum é o terceiro. Reduzindo o consumo de energia com medidas de uso racional, o consumidor tem um duplo benefício: preserva o meio ambiente e, de forma mais imediata, economiza dinheiro. Uma das práticas mais básicas e recomendadas é a troca de lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes.
A conta é simples e direta: as lâmpadas fluorescentes consomem até 80% menos energia do que as lâmpadas convencionais, têm vida útil seis a oito vezes maior e, como duram mais, não precisam ser trocadas com freqüência, gerando menos lixo.
De acordo com técnicos da Osram, primeiro fabricante de lâmpadas a receber a aprovação da ONU para um programa de redução das emissões de dióxido de carbono (CO2) por meio do uso de iluminação mais eficiente em países pobres, uma lâmpada fluorescente de 20W ligada cinco horas por dia, em um ano, evita a emissão de 20 quilos de CO2. Isso é exatamente o que uma árvore pode absorver de carbono no mesmo período e equivale ao que um carro 1.0 polui ao percorrer 150 quilômetros.
Fonte: DiárioNet
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