Caminhões, ônibus e caminhonetes a diesel são responsáveis por 28% das emissões de partículas nocivas à saúde na Região Metropolitana de São Paulo. A estimativa é de que 6% da frota não respeite as normas da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb).
Altos níveis de CO estão associados a prejuízo dos reflexos, da capacidade de estimar intervalos de tempo e no aprendizado. Causa alterações no sistema cardiovascular e pode levar à morte por asfixia. Diversos hidrocarbonetos como o benzeno são cancerígenos, não havendo uma concentração ambiente totalmente segura. Já os óxidos de nitrogênio aumentam a sensibilidade à asma e à bronquite. São Paulo conta com uma frota registrada de aproximadamente 7,3 milhões de veículos, segundo dados da Cetesb, sendo 6,9 milhões a gasolina ou álcool e 430 mil movidos a diesel. Toda esse trânsito é responsável por cerca de 97% das emissões de monóxido de carbono, 97% de hidrocarbonetos, 96% de óxidos de nitrogênio, 40% de material particulado e 35% de óxidos de enxofre.
Fonte: jornal O Estado de S. Paulo
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